A técnica consiste em preparar terrenos em pousios de até oito anos por meio do roço de vegetação baixa, da eliminação de árvores não florestais e do picado da matéria orgânica, respeitando a regeneração natural. Em seguida, são semeados cultivos anuais e frutíferas. Essa prática previne incêndios, recupera áreas improdutivas, protege fontes de água, reduz a emissão de fumaça, conserva a fauna e mantém ou melhora a produtividade do solo.
Resultados e impactos
• Redução da contaminação ambiental e do risco de incêndios florestais.
• Menor uso de fertilizantes artificiais graças à matéria orgânica do solo.
• Maior retenção de umidade e conservação da floresta.
• Associação de cultivos tradicionais com cacau e café.
• Incremento do valor produtivo, renda familiar e comercialização local para consumo comunitário.
Sustentabilidade
Mantém-se a técnica tradicional de preparação da terra, modificando a semeadura de banana, mandioca e milho antes de derrubar árvores maiores. Incorporou-se o picado de troncos e galhos para convertê-los em matéria orgânica, e eliminou-se a queima como método de preparação do terreno.
Depoimentos
“Minha experiência com esta nova metodologia de produção foi muito positiva e fácil de aplicar. Atualmente cultivo três hectares usando a técnica de chaco sem queima. Minha família e eu a adotamos como nossa melhor aliada para realizar cultivos tradicionais e agroflorestais de maneira sustentável.”
Conheça as categorias de boas práticas do projeto
A ExpoMIF é uma plataforma que reúne mais de 50 experiências, ferramentas e metodologias aplicadas ao Manejo Integrado do Fogo (MIF) nos países amazônicos. Com esta feira virtual, o objetivo não é apenas divulgar experiências.
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