A prática avalia a exposição ocupacional de brigadistas florestais no combate ao fogo por meio da coleta de dados biológicos e ambientais. O objetivo é fornecer informações confiáveis para sustentar políticas públicas de proteção à saúde desses trabalhadores e da população geral exposta à fumaça dos incêndios. A iniciativa preenche um vazio histórico no Brasil sobre o tema e promove avanços em saúde pública e segurança ocupacional.
Resultados e impactos
• Realização de exames de saúde preventiva em brigadistas participantes.
• Geração de dados inéditos sobre exposição ocupacional ao fogo.
• Base científica para políticas públicas intersetoriais em saúde e ambiente.
• Debate ampliado sobre saúde de brigadistas e comunidades vulneráveis.
• Reconhecimento do papel essencial de brigadistas no MIF.
• Maior consciência sobre riscos sanitários do combate ao fogo.
Sustentabilidade
O projeto respeitou e integrou saberes locais durante a coleta de amostras e o diálogo com comunidades indígenas e ribeirinhas. A prática valorizou o conhecimento de lideranças locais sobre o território e as condições de trabalho, garantindo um enfoque culturalmente sensível e participativo.
Depoimentos
“A pesquisa da USP sobre a saúde dos brigadistas do Pará é fundamental para compreender sua experiência e os impactos do combate aos incêndios florestais. É essencial dar continuidade aos estudos para enfrentar os efeitos das mudanças climáticas e proteger quem cuida da Amazônia.” Francisca Eloíde Lima – Brigadista florestal da Brigada Voluntária de Alter do Chão – Santarém, Pará
Conheça as categorias de boas práticas do projeto
A ExpoMIF é uma plataforma que reúne mais de 50 experiências, ferramentas e metodologias aplicadas ao Manejo Integrado do Fogo (MIF) nos países amazônicos. Com esta feira virtual, o objetivo não é apenas divulgar experiências.
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